Mais uma crónica de "Letes Luque Eta Treila".
Desta feita para homenagear com muito boa disposição Pyotr Ilyich Tchaikovsky. Um tipo que se deu ao desplante de ser russo e gay em finais do século XIX.
Claro que não ia correr bem! Terminou a escrever uma obra que retrata o seu desplante 'Pathetique'.
Começou a trabalhar em música aos 20 anos sendo que viria a morrer aos 53, em 1893.
Uma das maiores obras de sempre para violino, que muitos diziam ser impossível interpretar.
Arrepiante....
(quem ainda não viu o filme mas quer ver, não veja este link a partir de 1':10", pois desvenda o 'final')
Talvez me tenha lembrado dele devido às 'nozes que quebrei' na ultima semana!
Hoje que se comemora um ano deste nosso espaço de troca, trago o REI...o único, o imprevisivel e desconcertante filho da mãe, uma meia leca de gajo que já fez de tudo e nunca se lhe fica indiferente...estamos no final dos 80 e Tim Burton realiza Batman...para OST escolhe o rei Prince e para Back Soundtrack o mestre Danny Elfman que musicou o ambiente dark e gotico de Gotham. A faixa é apenas a que mais me fez rir no filme, quando me lembro do Joker (jack Nicholson) a entrar na galeria de arte...hehehehe
Epá óh Quim isto tem andado tramado para a bicla por esta zona, mas para comermos umas bifanas ou umas cara de bacalhau com um branquinho ainda se arranja tempo...digamos que ando numa de indoor! Mas esperamos desenvolvimentos...
Vejamos: actualidade, bom gosto de "tripeiro gangsta", herdeiro da malha bóbiana (marley), a letra está demais, sem floriados maneiristas, curta e grossa e claro..."o mar continua a bater na rocha e quem se lixa são os mexilhões" este Bezegol arrebenta! Xanax do povo, que PQ'u'P...de ouvir outros temas, muito interessante...
Letra (só por causa da má qualidade do Bideo) marco duas passagens de TOP:
Fora da Lei
Bezegol
Andam-nos a tentar enganar, aldrabar a roubar, eu sei. Será que nos vamos aguentar ou virar uns fora da lei? É sentires que o teu tempo, não vale o teu sustento. É querer olhar de frente o futuro e o presente ó senhor presidente.
A multidão num cinema mais um imposto se aproxima Quantos mais lá virão até eu acabar esta rima. Comprima o orçamento que já não é nada e mande a criança p'rá escola com um copo d'água.
Ó pai tramado o que nos está a acontecer? Tanta glória passada e tanto lixo a aparecer. Mas vamos explicar à proxima geração, os espinhos que vivemos cravos da revolução.
Andam a brincar com a nossa vida à tanto tempo agora são discursos de pesar e de lamento.
Tento, mas eu não me aguento a ganhar quinhento com uma vida de seiscento. Tudo tem aumento menos os salários, são assembleias a fazer de nós otários.
Venham mais salafrarios, chulos aldrabões quando o mar bate na rocha quem se lixa são os mexilhões.
Andam-nos a tentar enganar, aldrabar a roubar, eu sei. Será que nos vamos aguentar ou virar uns fora da lei?
É sentires que o teu tempo, não vale o teu sustento. É querer olhar de frente o futuro e o presente ó senhor presidente.
Fabulosa sincope minimalista do inicio do DUB, eu punha a aparelhagem no máximo com o bass mais flat possivel e conseguia colocando um copo de leite à frente da coluna fazer queijo da serra...
...e o Eric que é feito dele?! ...ainda me recordo dos anuncios da Levis
PS: após um periodo de contracção e dilatação, incluindo trabalhos forçados e esforçados intercalados pelo agitar da areia da praia com os dedos dos pés regressado ao fogo posto descontrolado e desenfreado do mal-trabalhado e urgênciado que já se encontra terminado...estamos.
Bem, ia colocar outra Treila, mas depois do Quenhe me ter lembrado deste monstro...
WOLFGANG AMADEUS MOZART
Existem algumas músicas que deviam beneficiar de uma qualquer lei ditatorial que proibisse a sua utilização fora do contexto para o qual foi criado.
O Lacrymosa ("o" porque se trata de um andamento de uma composição)faria parte dessa restrita lista. É criminoso usar este tesouro, tal como o restante Requiem, em anúncios de iogurtes, champôs para a caspa ou o raio que os parta. Para essas merdas existem as charoladas das Kikis, das Gagas, ou outros lobotomizados. Haja respeito!
Em relação ao filme "AMADEUS", enfim... que dizer...
Ainda não consegui (após várias visualizações) digerir toda a informação deste pesadelo ou sonho alucinado deste génio do bem e do mal que é Kanye West (dizer canhié com nh pois como dizia sua mãe, queiní é nome de escravo).
Este melómano da pop, hippop, este artista versus nhurro, este diamante em bruto ou simplesmente bruto...fez uma curta tão interessante quanto desconcertante...
Composição mais orelhuda, Runaway, cenário bizarro e irónico, brancos servem pretos e na mesa a Fénix (esse bombom) é descriminada...entram bailarinas, mulheres que possuem tudo para não o serem (velhas, gordas, rechonchudas)...Kanye dedilha um acorde que nos penetra no ouvido e lá fica, até eu sei tocar aquilo, mas a simplicidade é tão difícil de alcançar...depois a letra, "have a toast..."
A letra infelizmente só na versão full lenght (13:35) não está censurada pelos cabrões da vevo (a proposito este post também não está) e fazem a filhadaputice de por "ais" e "aus" quando é cantada a palavra sheet, dick, etc...motherFs...
É complicado separar o pretensiosismo neo-realista e ultra elitista desta curta das noções de delírio e liberdade criativa que dela emanam...OK...Kanye não é um cantor de intervenção do PREC, é cheio de papel...mas isso não faz dele um idiota, excepto se estiver em placo nos MTV awards...hehehe...este gajo tem sangue na guelra.
Toda a curta tem momentos desconcertantes mas guardo para o fim estes deliciosos 1:36 segundos de mix...o renancer da Fénix...PUSHA vida...que penas tão impróprias...
Um instrumento não muito utilizado mas no qual que existem grandes interpretes. O blues sem duvida o meio onde mais é utilizado, e tem um dos seus expoentes em James Cotton, João Algodão para os portugueses:
No mundo jazz destaco Toots Thielemans, que não se limita a este mundo como dá uma perninha noutros campos mas sempre com uma qualida exemplar.
Tanto num caso como noutro vale a pena investigar o extenso trabalho destes senhores, uma maravilha.
Quim, para escuta e olha...deixa os caracois e a meia de pipis na mesa e ouve e olha....VÊ como ainda há esperança nos jovens...este video é um assombro e a sua chillout music também...fosgace...apetece mais uma dose de caracoletas...
“Já se sabia que Roger Waters ia tocar o álbum conceptual ‘The Wall’ (1979) do início ao fim. Já se sabia que ia haver um muro gigante, onde seriam projectadas imagens. Já se sabia que o cenário seria monumental e marcante. Mas nada do que já se sabia, por muito requintada que fosse a nossa imaginação, poderia supor metade da produção que o músico trouxe ao Pavilhão Atlântico, ontem. O melhor concerto de sempre, dizem uns. O concerto de uma vida, dizem outros. A verdade é que as palavras não chegam para descrever o que se viveu naquela sala.“ FILIPA ESTRELA
Subscrevo totalmente e incondicionalmente! Para mim, e apenas isso, o melhor espectáculo que alguma vez vi ao vivo! Esperava que por ser um dos meus músicos (leia-se compositores) preferidos, o concerto fosse muito bom. Enganei-me rotundamente. Foi apenas o melhor espectáculo que alguma vez ví. Quando falo em espectáculo, refiro-me ao conjunto, à música que sabia de cór, à encenação, ao filme, à história que julgava que sabia. Mas afinal… até sabia porque ela se repete indefinidamente pelo percurso da existencia humana. Pela primeira vez verti uma lágrima durante uma festa deste tipo. Julgo que nunca se apagará da minha memória o dia 22 de Março de 2011.
Obrigado Sr. George Roger Waters
A abertura:
Para o restante, e porque não existem momentos altos, apenas O MOMENTO, procurem no Youtube "Roger Waters - The Wall Live - # 1/17", 2/17, 3/17, 4/17, .....
Destes já não há! Que malha de baixo e teclas...o delírio da harmónica de vozes...ui. Muito bom os afrontamentos de cordas que se convulsão com a mudança repentina de acordes assimétricos...ui.
de volta à toca...não são necessárias palavras...a musica é cenário...sim eu sei, é algo de controverso e radicalmente antagónico com a génese desta tasca...o importante é o movimento ou a ausência dele...a música é o molho! hummmm...
Um dos grupos que realmente vale a pena ouvir e ver...Chemical Bros. Como pode esta música ter 15 anos??? Ainda me lembro quando ouvi o album "Dig your own hole" pela primeira vez...Fabuloso...todo o album.
O aparecimento do Big Beat! E o mais importante e desconcertante: AS SIRENES!
Estes manos sempre tiveram a mesma coerência, quer musical quer estética...incluíndo os videos que são todos óPtimos...
Atenção ao minuto 2:10 até 2:30...é o extâse que nos é entregue através da música...
Esta música foi alvo de um processo de "plágio" pela malta dos Beatles, pois parece que é uma cópia de "Tomorrow never knows"??!!! Há com cada maluco!
Atenção à vozinha de Noel Gallagher...esse palhaço!
As contra indicações são a necessidade repentina de nos mexermos, e a total dependência de sirenes...e a vozinha do Noel...
Precaução se conduzir e ouvir CHBros...pode chegar mais cedo aos sitios e com um pedaço de um moço da tellepiza agarrado ao pára-choques.
Injecção de testosterona: faz crescer pelos no peito e contrai os abdominais!
Para consumir aconselha-se o som ligeiramente ALTO...
Para aliviar da pressão do marfim e enquanto tento desenvencilhar-me do Dexter Around Midnight, aqui vai uma surpresa servida pelos nossos hermanos...deparei-me com esta raridade recentemente, fui violentado pela música deliciosamente a fazer lembrar um renovado euro-dance+electropop (musica às bolinhas que hoje em dia ainda se houve nas pistas de carrinhos de choque, acompanhadas por frases como, mais uma volta!!! 2 euros, duas voltas...mooooonteee carloooo racing, aqui em Bucelas") mas acrescentado mais algo: - banda inspirada no novo terror americano os z-movies, daí o nome Fangoria - é uma lady gaga espanhola de nome ALASKA, um misto de claudisabel e carlos castro já depois do pc e saca-rolhas experience; - é uma senhora "enxuta", e vai lá vai...tem 47 primaveras - canta em espanhol - faz uns videos do catano, bem "preenchidos", altamente tecnologicos (saloiadas algumas)
A evolução da senhora Alaska começou no punk espanhol dos anos 80, passando por baladas e ritmos pop e hoje em dia eletro coiso...
Mas agora o que interessa é o momento actual...FANGORIA.
Sei que não devia...mas não consigo desgostar disto...vá aproveita para umas boas gargalhadas...
PS: Sobre os nossos hermanos tenho tanta, mas tanta coisinha boa...que até fico com dores de barriga!
Na sequência do anterior "post", também em relação ao piano existem muitos a dizer que tocam. Na realidade dão umas cacetadas no marfim aprendidas com os livros do Cebolo e melodias tipo "Papagaio Louro".
Depois há os que o tocam, acariciam, afagam, batem e mimam, a solo, aos pares, a três ou a quatro sempre com prazer para os voyeurs/auditeurs. É dessa massa os exemplos que se seguem.
A Solo:
Aos Pares:
A Três:
E Quatro:
Mais que quatro é confusão estabelecida e não dá gozo a ninguém, apenas serve para a gabarolice parola e para o Guinness Records, é a palhaçada completa. Não acreditam, reparem neste número circense com 10 pianos, poderiam ser até 100 marteladores de marfim que o efeito maçador seria o mesmo só se tinha de aumentar o tamanho da tenda.
E a piroseira do palco? Mais possidónia era impossivel!
Aproveitando a maré, introduzo mais um anglicismo: Fluteboxer, fluteboxing. Penso que se entra numa vertente de fusão e fusões engraçadas, por este andar, há-de aparecer o tupperboxer (beat boxing com tupperwares) ou o furnitureboxer (com móveis) ou o petboxing...etc...
Mas haverá algo de mais primitivo do que fazer som com o próprio corpo ?! (não me refiro a soltar gases). Basta vermos que hoje em dia a criação de música ou simples ritmos melódicos ou sincopados são comuns até nos mais primários, básicos e obtusos humanos que com o auxilio de instrumentos ou simplesmente com a voz e uma lata de cerveja produzem agradáveis canções e melodias....refiro-me às claques de futebol e às tunas universitárias.
Léts luque da treila...
Nathan
Não necessáriamente um mau beatboxer e um mau flautista dá um bom fluteboxer ?!
Algures no Caucaso da Serra D'Ossa, temperatura exterior do lado de fora
Ando com a escrita em atraso, mas vamos lá:
Os N7 conheço, são um grupo "a capella" (sem piquezinho a azedo) que faz beat boxing, embrulhados no papel de embrulho da indústria. MUITO BONS, não há que dizer mal...mas sabes...são uma boys band...ufffff...
Junto um tubidio do gang, só pela graça de ser live num metropolitano de Paris...a música é do piorío...mas se estivesses numa carruagem e 7 pretos estivessem juntos....na linha de Sintra era suficiente para desatar a fugir, nem esperava que eles começassem a cuspinhar (termo português para beatboxing), não fugindo de imediato convém que quando cantem seja uma coisita melodioso-vaginaló-cócó...
Vou buscar a minha moca de Rio Maior e colocar aqui mais um alucinado, um parodiante, ritmos DUB+BIGBEAT...Mastamic, um MC russo...o melhor emceeing do mundo ao lado de um frigorífico...
A conselho do meu amigo Herbert Jeffrey Hancock aqui vai mais uma acha... sete achas e das boas para a fogueira do Beatbox. Do que já ouvi, os "máiores"!
Desculpa este meu ritmo acelerado nesta semana, mas o espírito inovador de Dexter Gordon despertou-me um baralho de recordações melódico-emotivas que já me fizeram passar por Bobby McFerrin, Maria João, Ary dos Santos e nem sabes a lista que para aqui vai em páginas amareladas. O meu último despertar, transportou-me para um dos primeiros, se não o primeiro Super Bock- Super Rock que se passou na Rocha Conde D’Óbidos. Confirmação de última hora pelo Dr. Google; foi mesmo o primeiro!
Permitam-me então começar a história desde o início. Limipicos, Foz do Lizandro num sábado, tarde de Verão. Eu e um amigo entre imperiais colocámos na mesa como programa para o dia seguinte uma incursão no novel Super Bock Super Rock. Elucidados pelos lúpulos decidimos marcar presença. No dia seguinte, e depois de estágio no Bogotá, restaurante “michelanizado” na baixa Amadorense, lá seguimos expectantes para Alcântara.
1º Acto (será “ato”!?, para os Cavacos Socráticos que acordaram para o acordo, que se poderá escrever qualquer merda que soará sempre correcta. Ou será cú-réta?). Paulo Mendonça (já nem me lembrava, obrigado Dr. G.)
2º Acto de: Acção, Feito, Execução (para não nos confundirmos com ato de: laço, amarro, aperto, enleio, ligo, prendo, ufaaaa). Youssou N’Dour. Agradável surpresa, um belo bailarico com sons afro.
3º Sei lá!!! Já nem sei falar essa coisa a que chamam português! É pááááá… O momento alto da noite, que recordo até hoje, e sobre o qual quis escrever este “post” (será que “post” já é uma palavra portuguesa?)
MORPHINE Isto é o que eu mais gosto na música. A surpresa sobre a repetição, a ousadia sobre a receita, a experiência sobre a garantia, a pimenta sobre o chocolate. E isto resume o que este trio fazia, Mark Sandman – slide bass de duas cordas, Dana Colley – saxofones e Billy Conway - bateria. Abram alas:
Mark Sandman viria a morrer em palco em 1999 em Itália, tive o deleite de o (os) ver por uma ultima vez na Expo’98 em mais um incrível concerto. Restam-nos os 5 fabulosos álbuns que deixaram.
4º Coiso Therapy Moshhhhhhhhh
5ª Cena Faith No More Bahhhhhh, bela trampa! Aproveitar, entre guinchos em fundo, e gastar mais umas senhas de jolas (ou será “chópi”) para retemperar forças (retemperar ainda se pode dizer?).
6º Qualquer coisa The Cure Fabulástico (também tenho o direito de inventar!) Nem era um conhecedor, mas tenho de admitir que a versão “quase homem” da Maria José Morgado (ler Robert Smith) é um músico fabuloso. E naquele dia, volta das 3:30h manter-me acordado depois de alguns blocos de senhas, não era fácil.
Só para que conste, um abraço ao companheiro da luta “festivaleira” (ahhh, isto não está previsto no acordo!) João Seabra.
É um avião? É um cometa? Não, é uma nova rubrica. Não sobre a música no cinema, mas, o cinema na música.
Que todos os filmes, à excepção dos do Oliveira, têm OMS, OST ou à portuguesa BSO, é normal. Menos comum são as bandas sonoras com filme. Em sentido inverso. Onde a música é mais importante que o argumento a fotografia ou a representação. Mas, como no caso com que abro esta novo capítulo aqui no ME, se junta uma banda sonora indescritivelmente boa, com uma representação que valeu uma nomeação para Óscar, sendo que os Óscares estão para o cinema como o McDonalds para a gastronomia, Paris e Nova York como pano de fundo e, como actores amadores como Bobby Hutcherson, Ron Carter, Martin Scorsese, John McLaughlin, Wayne Shorter, Tony Williams, Freddie Hubbard e claro, Herbie Hancock e o enorme DEXTER GORDON, o grande impulsionador do Bep Bop.
Na banda sonora ainda participam nomes como Chet Baker ou Bobby McFerrin de entre outros.
Ende nau, “Letes Luque Eta Treila”.
Paris:
New York:
Esta só o som consta no filme durante os créditos de abertura, mas é.... pahhhhhhh
"My life is music 24 hours a day" Dale Turner (personagem interpretada por Dexter Gordon)
Entrada de cabeça no Hip Hop Nacional underground....Mestre XEG
Para fazer valer os 3 X...hardcore rima a capella, do fundo da alma...(desculpa ser um frame parado, obviamente não há vídeo)
A CAPPELLA...o prato do dia, servido nas trombas de um jornalista/radialista do Público/Mirarmar(?)que escreveu acerca da morte do MC Snake em Alcantara (?)
Um digno sucessor de Ary...a rima é uma arma e uma fonte de gozo...e um espelho da alma e da inteligência.
FO**CE!!!!
XEG...moço de um cabrão que tento ver ao vivo ha 8 anos e não consigo...ou vou às FNAQUES e ele cancelou ou não tenho vagar de perder uma noite para ir a Oeiras, ou ele marca um concerto para o Algarve quando devia ser em P. Arcos...xiça!
...deixo-te a liberdade se quiseres procurar mais sobre este poeta...margem norte do tejo, tua terra...Paço de Arcos na área...vide Susana, Conhecimento, etc,etc
...e nem me levanto! Para quê? Arrasado com este orgânica melódica, este humus jazzististico (oposto ao estilo Blue Note do Lionel) rico em nutrientes! MUITO BOM! Fora o baterista e trompetista que me pareceram sempre off tuned, enfim...que poesia fabulosa...vou continuar atento...e aprendi...muito bom...
NOTA FINAL: 12 Steve, 10 Lionel...
Um galardão final...um FOSGACE de Ouro para STEVE...a RRA ZA dO...
SEMPRE ME DISSERAM "Cuidado com os bichos que se escondem nas tocas!"
Aos demais aconselha-se prudência em terrenos onde o acordo ortográfico não reina, aqui mãe, vai voltar a ser mai:
1. Só ainda vi esta tua prenda, nunca vi um "concerto" 2. BBoy do melhor...dace (deves entender como o popular fô...coisa-se) 3. O camandro, sonoridades do centro africa... 4. Muito bom...muitissimo bom....caí da cadeira e revi, e revi... 5. Vou continuar a procurar mais, depois de me indicares a morada do restaurante vou lá eu MESMO...epá temos que falar disto não gosto de estabelecer varandins sem conhecer o feeling do "ao vivo", em termos tubisticos, top ten, ou se fosse um festival da canção, 12 points, 12 points (ler primeiro em inglês depois em francês) 6. Não consumir se for conduzir...Quim ao seu melhor...KO Ténico...tapete com as beiças, digno post de um dia de reis...cum camandro...
Em resposta a Ibrahim aqui vai Lionel Loueke que já assisti no Jardim do Marquês em Oeiras e no Small Field de Lisboa, ambos na companhia do Camaleão Hancock.
Um gajo estranho mas fabuloso tanto na forma de tocar como na de interpretar. Fantástico.
Na última conversa “off-the-tasca”, alertaste-me, e bem, para o facto de eu andar afastado da minha toca, e de ainda não ter proposto aqui algo de lá. Ora vamos lá corrigir esse facto com um dos melhores e mais promissores compositores … da actualidade. Steve Lehman Este puto nova-iorquino de 32 anos, tem composições absolutamente fascinantes, onde com instrumentos correntes nos colectivos Jazz, consegue adquirir sons celestiais e, pelo menos a mim, faz viajar “to a galaxy far far away…”
Uma das composições mais fascinantes, “Echoes” do último álbum “Travail, Transformation and Flow” de 2009 (não é nenhuma cover dos Pink Floyd também essa celestial).